Geral – UMASBRAC https://umasbrac.com.br A participação do homem na obra de Deus Sun, 16 Nov 2025 21:27:20 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.8.3 https://umasbrac.com.br/wp-content/uploads/2025/07/cropped-4967699147994017309-32x32.jpg Geral – UMASBRAC https://umasbrac.com.br 32 32 Fé E a Medicina – Buscando um olhar equilibrado https://umasbrac.com.br/fe-e-a-medicina-buscando-um-olhar-equilibrado/ https://umasbrac.com.br/fe-e-a-medicina-buscando-um-olhar-equilibrado/#respond Fri, 14 Nov 2025 10:40:42 +0000 https://umasbrac.com.br/?p=977 Fé e a Medicina – Buscando um Olhar Equilibrado

“Confia no Senhor de todo o teu coração, e não te estribes no teu próprio entendimento. Reconhece-o em todos os teus caminhos, e ele endireitará as tuas veredas.” (Provérbios 3:5–6)

Vivemos dias em que muitos homens, mesmo servindo a Deus, enfrentam dores físicas e emocionais, doenças silenciosas e preocupações que pesam sobre o coração. Novembro Azul, campanha que chama atenção para os cuidados com a saúde do homem — em especial a prevenção e o tratamento do câncer de próstata —, traz um convite oportuno: o de olharmos para o corpo que Deus nos deu com a mesma reverência com que olhamos para a alma.

A Palavra de Deus nos ensina que o homem é um ser integral. Fomos criados à imagem de Deus (Gênesis 1:27), com espírito, alma e corpo (1 Tessalonicenses 5:23). O pecado afetou todas essas dimensões, mas a graça de Jesus Cristo alcança também todas elas. Por isso, o cuidado com a saúde não é falta de fé, e o uso da medicina, quando necessário, não é sinal de incredulidade, mas expressão de prudência e responsabilidade diante de Deus.

A Bíblia mostra, em vários momentos, que Deus usa meios humanos para operar Sua cura. Quando o rei Ezequias adoeceu, o profeta Isaías ordenou que se aplicasse um bolo de figos sobre a ferida — um tratamento simples, mas orientado por Deus (2 Reis 20:7). O apóstolo Paulo recomendou a Timóteo: “Não bebas mais água só, mas usa um pouco de vinho, por causa do teu estômago e das tuas frequentes enfermidades” (1 Timóteo 5:23). O bom samaritano, (embora fosse tão somente uma parábola com outra finalidade), ao encontrar o homem ferido, tratou de suas feridas com óleo e vinho (Lucas 10:34). Em todos esses exemplos, o Senhor não operou o milagre desprezando os recursos humanos, mas os usou como instrumentos de Sua bondade.

Deus é o Médico dos médicos. Ele cura com uma palavra, com um toque, ou, se quiser, por meio do conhecimento e da ciência que Ele mesmo concedeu aos homens. Toda boa dádiva vem do alto (Tiago 1:17). Quando um remédio, uma cirurgia ou um tratamento faz efeito, é porque a mão do Criador está presente, agindo através dos dons e da sabedoria que Ele permitiu desenvolver.

No entanto, o homem de fé precisa manter o coração centrado em Deus, e não nos recursos. O perigo está em trocar a confiança no Senhor pela confiança exclusiva na medicina — ou, no outro extremo, desprezar o tratamento e tentar enfrentar tudo sozinho, em nome de uma fé mal compreendida. O caminho bíblico é o do equilíbrio: buscar o médico, seguir as orientações, mas continuar orando, confiando e reconhecendo que o poder final pertence a Deus.

A fé genuína não é teimosia, é obediência. E a obediência inclui cuidar do corpo, que é templo do Espírito Santo (1 Coríntios 6:19). Quando o homem ignora os sinais do corpo, negligencia exames ou rejeita um tratamento preventivo, está tratando com descuido o templo que Deus lhe confiou. A fé não dispensa a prudência; pelo contrário, a fortalece. O homem de fé deve ser o primeiro a dar bom testemunho no cuidado com a vida.

No contexto do Novembro Azul, essa reflexão torna-se ainda mais necessária. O câncer de próstata, muitas vezes, pode ser tratado e curado se for descoberto a tempo. Exames simples podem salvar vidas. A fé não impede que façamos esses exames; antes, nos impulsiona a cuidar daquilo que o Senhor nos confiou. O homem de Deus, cheio do Espírito Santo, também pode ser um homem prevenido, prudente e responsável.

A medicina, portanto, não deve ser vista como inimiga da fé, mas como parte da cooperação entre o natural e o sobrenatural. Deus criou as plantas, as substâncias e os elementos que compõem os medicamentos. Ele inspirou cientistas, médicos e pesquisadores. Quando o homem toma um remédio, faz um exame ou se submete a um tratamento com fé e oração, reconhecendo que o verdadeiro poder vem do Senhor, está exercendo uma fé madura — que não se limita ao milagre instantâneo, mas enxerga o agir divino nos processos da vida.

A oração continua sendo essencial. Nenhum remédio pode substituir a presença do Espírito Santo, o consolo da Palavra e o poder da oração. Quantas vezes um homem é curado porque orou, foi ungido e também buscou o tratamento correto! O segredo é a dependência de Deus em cada passo.

O servo de Deus que confia na medicina não está negando o poder de Cristo; está apenas reconhecendo que o Senhor pode agir de diferentes formas, e a Bíblia está cheias de exemplos disto. A fé, viva e cheia do Espírito, não se opõe à sabedoria — ela a santifica. O mesmo Deus que cura é o Deus que guia o médico, dá entendimento ao pesquisador e sustenta a eficácia dos tratamentos.

Por isso, neste mês de novembro, a UMASBRAC une-se à voz da Igreja e da sociedade para lembrar aos homens: cuidar-se também é um ato de fé. A oração, o jejum, a confiança em Deus e o zelo pelo corpo devem andar juntos. Que cada homem, em cada igreja, observe com sinceridade — não apenas no corpo, mas também na alma — e permita que o Espírito Santo o conduza a viver em equilíbrio e sabedoria.

“Confia no Senhor de todo o teu coração, e não te estribes no teu próprio entendimento. Reconhece-o em todos os teus caminhos, e ele endireitará as tuas veredas.” (Provérbios 3:5–6)

Cuidar da saúde é honrar o Criador. Buscar tratamento é exercer fé com discernimento.
E quando o homem de Deus se levanta com esse entendimento — firme na Palavra, prudente na vida e cheio do Espírito Santo —, ele glorifica o Senhor não apenas com palavras, mas com o testemunho de uma vida saudável, equilibrada e frutífera.


]]>
https://umasbrac.com.br/fe-e-a-medicina-buscando-um-olhar-equilibrado/feed/ 0
O chamado do Homem para a grandeza https://umasbrac.com.br/o-chamado-do-homem-para-a-grandeza/ https://umasbrac.com.br/o-chamado-do-homem-para-a-grandeza/#respond Mon, 06 Oct 2025 03:48:50 +0000 https://umasbrac.com.br/?p=833
Pense na atmosfera intensa de um jogo de futebol: a paixão pela vitória, o esforço coletivo,
a busca pela superação.
Essas cenas revelam algo presente no coração do homem — o desejo de vencer, de ser
útil, de alcançar algo grandioso.
Porém, na perspectiva do Reino de Deus, esse desejo não é uma expressão de vaidade,
mas um reflexo do propósito original do Criador.
Deus criou o homem com um anseio legítimo por grandeza. Contudo, essa grandeza
precisa ser entendida à luz do Reino. A verdadeira grandeza não é medida por poder,
riqueza ou status, mas pela capacidade de refletir a glória de Deus e servir ao próximo com
humildade e amor.
O exemplo de Moisés: força sob controle
Moisés é descrito nas Escrituras como “o homem mais manso da terra”.
Mesmo assim, foi um grande líder — aquele que conduziu o povo de Israel para fora do
Egito.
Sua mansidão não era fraqueza, mas força sob controle, uma grandeza moldada pela
submissão à vontade divina.
Por meio dessa rendição, Deus realizou obras poderosas, mostrando que a verdadeira
grandeza nasce da obediência e do serviço.
A distorção moderna da grandeza
O mundo contemporâneo tem deturpado o conceito de grandeza, substituindo valores
eternos por métricas superficiais — fama, riqueza e poder.
Essa inversão é uma das estratégias do inimigo para afastar o homem do propósito de
Deus.
Enquanto o mundo valoriza o brilho momentâneo, o Senhor valoriza o caráter, a
integridade e o impacto positivo que um homem exerce na vida dos outros.
Jesus afirmou em João 14:12:
“Em verdade, em verdade vos digo que aquele que crê em mim também fará as
obras que eu faço, e as fará maiores do que estas…”
Essa promessa revela o potencial espiritual que Deus concedeu a todo aquele que crê.
Cristo não negou o desejo de grandeza — Ele o redirecionou para a glória de Deus e o
serviço ao próximo.
A verdadeira grandeza é servir
O desejo de grandeza precisa ser alinhado com a vontade de Deus.
E a Bíblia ensina que servir é o caminho da verdadeira grandeza.
Jesus, o exemplo supremo de liderança e poder, demonstrou Sua glória não por meio da
dominação, mas do serviço.
Ele lavou os pés dos discípulos, entregou-se pelos pecadores e mostrou que a grandeza
celestial se revela no amor e na humildade.
Conclusão e aplicação
Homens de Deus, fomos criados com um desejo santo de grandeza — não para a exaltação
pessoal, mas para que a glória de Cristo seja refletida em nós.
A grandeza verdadeira não se mede por aplausos ou conquistas, mas pela disposição de
servir, de obedecer e de amar.
“Se alguém quiser ser o primeiro, será o servo de todos.”
(Marcos 9:35)
Que a nossa grandeza seja a de Cristo em nós — forte para liderar, manso para servir, e
fiel para glorificar o Senhor em todas as coisas.
Nota editorial
Esta reflexão foi elaborada pela UMASBRAC com base em princípios bíblicos e ideias
inspiradas em leituras cristãs sobre o tema da grandeza e do propósito masculino, sem
referência a uma obra específica.

]]>
https://umasbrac.com.br/o-chamado-do-homem-para-a-grandeza/feed/ 0
Congresso Estadual De São Paulo https://umasbrac.com.br/congresso-estadual-de-sao-paulo/ https://umasbrac.com.br/congresso-estadual-de-sao-paulo/#respond Sat, 04 Oct 2025 19:35:51 +0000 https://umasbrac.com.br/?p=828

📰 Congresso Estadual UMASBRAC SP 2025

Homens: a caminho da Casa do Oleiro

📖 “Levanta-te, e desce à casa do oleiro, e lá te farei ouvir as minhas palavras.”
(Jeremias 18:1-2)

No dia 19 de julho de 2025, o ministério masculino da OBPC-SP, por meio da UMASBRAC, viveu um tempo de grande edificação espiritual durante o Congresso Estadual de Homens, realizado sob o tema “Homens: a caminho da Casa do Oleiro”.

O encontro reuniu homens de diversas regiões do estado para um propósito comum: permitir que o Senhor refaça o vaso e molde novamente o caráter e a vida de cada participante segundo o Seu plano perfeito.

Um chamado à reflexão

Durante as ministrações, ecoou uma pergunta que desafiou a todos:
👉 “Você é o homem que Deus gostaria que você fosse?”

Em um tempo marcado pela pressa, pela tecnologia e pelas pressões do mundo moderno, o congresso foi um convite ao retorno às origens — ao homem criado por Deus, puro, íntegro e sensível à voz do Espírito Santo.

Quebrantamento e restauração

O tema inspirado em Jeremias 18 levou cada participante a descer espiritualmente à casa do Oleiro, reconhecendo a necessidade de quebrantamento e de um novo começo. Assim como o oleiro refaz o vaso conforme a sua vontade, Deus deseja refazer o homem para que seja instrumento de honra em Suas mãos.

Gratidão

A UMASBRAC-SP expressa sua sincera gratidão ao Presidente da Convenção Estadual, Pr. Luiz Fernandes Bergamin, ao Pr. Joel Stevanato, anfitrião do evento, à igreja OBPC Mandaqui, e a todos os irmãos que serviram com dedicação e zelo na organização e logística deste congresso.

O resultado foi um ambiente marcado por comunhão, renovo e despertamento espiritual — uma verdadeira visitação do Espírito Santo entre os homens do Brasil para Cristo.

📸 Em breve, mais registros e fotos deste congresso estarão disponíveis aqui e em nossas redes sociais.


📍 Categoria: Vem e Vê! – Notícias do Ministério de Homens
📅 Data de publicação: 04.10.2025
✍ Redação: Equipe UMASBRAC SP


]]>
https://umasbrac.com.br/congresso-estadual-de-sao-paulo/feed/ 0
Homens Que Bendizem ao Senhor: O Louvor Como Testemunho de Fé na UMASBRAC https://umasbrac.com.br/homens-que-bendizem/ https://umasbrac.com.br/homens-que-bendizem/#respond Sun, 21 Sep 2025 04:03:30 +0000 https://umasbrac.com.br/?p=742 “Eis aqui, bendizei ao Senhor, vós todos os servos do Senhor, que assistis na casa do Senhor, durante as noites. Levantai as vossas mãos no santuário, e bendizei ao Senhor.” (Salmo 134:1-2)

Na vida dos homens da Igreja O Brasil para Cristo, a UMASBRAC tem assumido um papel cada vez mais relevante na promoção de uma vida de devoção, serviço e testemunho. Um dos pilares dessa vivência tem sido o louvor, uma expressão de fé que não apenas fortalece os homens individualmente, mas também glorifica, de forma pública e comunitária, o Deus Triúno: o Pai, o Filho e o Espírito Santo.

Como no Salmo 134, o último dos Cânticos de Romagem, somos convidados a uma atitude de adoração contínua. Não apenas nos momentos de celebração, mas também durante as noites, nos tempos de luta, nas vigílias silenciosas da alma, nas fases em que a esperança precisa ser renovada. Este chamado encontra eco no coração da UMASBRAC, que, como servos que permanecem na Casa do Senhor, fazem do louvor uma resposta viva e vibrante à graça de Deus.

O Louvor Como Expressão de uma Vida Redimida

Todo homem cristão é desafiado a viver uma fé que vai além das palavras. Em um mundo marcado por pressões emocionais, cobranças sociais e responsabilidades familiares, o louvor se torna um espaço de alívio espiritual e de reafirmação da identidade em Cristo. A música, longe de ser apenas um elemento litúrgico, transforma-se em uma linguagem da alma.

No departamento de homens, o canto coletivo revela uma masculinidade redimida: homens que não têm vergonha de dobrar os joelhos, levantar as mãos e proclamar com vigor a glória de Deus. Assim como os levitas do Antigo Testamento foram separados para o serviço contínuo na adoração , a UMASBRAC entende que o louvor é ministério, é missão, é chamado. E neste chamado, o coração masculino encontra propósito: cantar não apenas com a boca, mas com a vida, sobretudo engrandecer ao único que é digno de receber.

Fortalecimento da Fé Através da Música

A prática regular do louvor tem gerado frutos visíveis no meio do departamento. Homens que antes eram tímidos na expressão da fé agora se tornam líderes de louvor, instrumentistas dedicados e cantores que vibram com cada nota entoada para o Senhor. Não se trata de uma performance, mas de um culto racional , onde o espírito do homem é elevado, sua mente é renovada e sua fé é fortalecida.

O louvor prepara o terreno para o mover do Espírito. Nas reuniões semanais, nos ensaios, nos encontros especiais e até nos momentos devocionais individuais, a música tem sido um canal de edificação. Os cânticos falam de luta e vitória, de lágrimas e esperança, de arrependimento e reconciliação. Cada acorde soa como uma oração coletiva, uma confissão de que dependemos da graça e da misericórdia do Deus Altíssimo.

A Comunhão Que Nasce do Canto

A beleza do louvor não se manifesta apenas na vida individual, mas, de forma ainda mais poderosa, na comunhão que ele gera entre os irmãos. O Salmo 134 não convoca apenas indivíduos isolados, mas os “servos do Senhor” em unidade20. O louvor masculino tem produzido um ambiente de fraternidade, onde os homens se reconhecem como irmãos na fé, caminhando lado a lado, sustentando uns aos outros nas batalhas espirituais.

Ao cantarem juntos, os homens criam vínculos que ultrapassam o espaço do templo. São amizades forjadas na adoração, cumplicidades espirituais que se traduzem em apoio mútuo nas lutas do cotidiano. Muitos testemunham que momentos de louvor foram decisivos para restaurar a fé, reacender a chama da esperança ou simplesmente aliviar a alma em tempos de dor.

O Legado dos Levitas: O Louvor Como Vida

Inspirados pelos levitas, a UMASBRAC tem buscado não apenas cantar, mas também viver uma vida que glorifique a Deus. Os levitas eram conhecidos por sua santidade, dedicação e serviço irrestrito no Tabernáculo. Eles cantavam, tocavam instrumentos e ministravam diante do Senhor com responsabilidade e temor.

Da mesma forma, o louvor masculino na igreja tem sido um convite à excelência. Isso inclui ensaios com propósito, repertórios escolhidos com discernimento espiritual e uma preparação que vai além da técnica: homens que antes de cantar no microfone, cantam no secreto da oração.

Louvor Que Transforma Vidas e Impacta a Família

O resultado dessa dedicação vai além das fronteiras do departamento de homens. Toda a igreja é impactada. Crianças, adolescentes, jovens e idosos são edificados ao verem os homens assumindo seu lugar na adoração. O testemunho é coletivo: quando o homem louva, sua casa sente. Quando o homem lidera no louvor, a igreja ganha força; quando o homem adora com sinceridade, o Céu se abre. O impacto se dá não apenas nos cultos locais, mas também nos congressos, retiros e encontros estaduais.

O grito de guerra da UMASBRAC – “Mais Forte!” – ecoa como um símbolo de uma geração de homens que decidiu glorificar ao Senhor com todas as forças.

A Glória é Exclusivamente Dele

Em tudo o que fazemos, o objetivo maior não é a exaltação humana. Não cantamos para impressionar, mas para adorar. Não empunhamos instrumentos para sermos vistos, mas para que o Nome do Senhor seja conhecido, amado e exaltado. Como diz o Salmo: “Bendizei ao Senhor”. Toda a glória, toda a honra e todo o louvor pertencem ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo.

Que cada acorde, cada voz, cada letra entoada pelos homens da UMASBRAC seja como incenso suave que sobe ao trono da graça. Que Deus aceite o nosso louvor, que Ele se agrade da entrega dos nossos corações e que o Espírito Santo continue a mover os homens desta geração a um compromisso ainda maior com a adoração verdadeira.

“O Senhor que fez o céu e a terra te abençoe desde Sião.” (Salmo 134:3 ACF) 

Amém. 

]]>
https://umasbrac.com.br/homens-que-bendizem/feed/ 0
É possível perder a salvação? https://umasbrac.com.br/perder-a-salvacao/ https://umasbrac.com.br/perder-a-salvacao/#respond Sun, 21 Sep 2025 01:50:07 +0000 https://umasbrac.com.br/?p=141 O que a Bíblia realmente diz sobre a segurança do salvo e a apostasia.

📖 “Porque é impossível que os que já uma vez foram iluminados, e provaram o dom celestial, e se fizeram participantes do Espírito Santo, e provaram a boa palavra de Deus e os poderes do mundo vindouro, e recaíram, sejam outra vez renovados para arrependimento; visto que, crucificando por sua parte o Filho de Deus, e expondo-o ao vitupério.” (Hebreus 6:4–6)

Para entendermos a Palavra de Deus precisamos depender do Espírito Santo e da oração o tempo todo. Muitos trechos da Bíblia são desafiadores, e Hebreus 6:4–12 nos dá um ótimo exemplo dessa dificuldade. O autor descreve pessoas que foram iluminadas, provaram o dom celestial, participaram do Espírito Santo e até experimentaram os poderes do mundo vindouro. Mas, em seguida, afirma que, se recaírem, é impossível renová-las outra vez para arrependimento.

A pergunta é inevitável: o cristão pode perder a salvação?

Para entender essa tensão, a Bíblia nos apresenta, lado a lado, duas verdades: a da segurança do salvo e a da advertência contra a apostasia.

O Lado da Preservação: Ninguém nos Arrebata das Mãos de Cristo

A Bíblia nos dá promessas claras sobre a segurança dos que pertencem a Deus. João 10:28-29, por exemplo, nos garante que ninguém pode arrebatar das mãos de Cristo aqueles que o Pai lhe deu. Da mesma forma, Filipenses 1:6 nos assegura que aquele que começou a boa obra em nós irá completá-la , e Romanos 8:38-39 diz que nada pode nos separar do amor de Deus.

João mostra que há pessoas que parecem crentes, mas sua saída do convívio revela que nunca pertenceram genuinamente a Cristo. A promessa de Cristo em João 6:37 reforça essa ideia: “Todo aquele que o Pai me dá virá a mim; e o que vem a mim, de maneira nenhuma o lançarei fora”.

O Alerta de Hebreus: O Perigo da Apostasia

Apesar da clara promessa de segurança, a Bíblia também nos alerta sobre o perigo de endurecer o coração e abandonar a fé. Hebreus 10:26-27 nos adverte que, se pecarmos voluntariamente, não resta mais sacrifício pelo pecado, mas “certa expectação horrível de juízo”. Da mesma forma, 2 Pedro 2:20-22 compara o apóstata ao cão que voltou ao seu vômito. Esses textos não nos deixam confortáveis, mas servem como um sério aviso.

O texto de Hebreus 6 sugere que as experiências descritas podem ser de pessoas que provaram da obra do Espírito, mas nunca foram verdadeiramente regeneradas. A apostasia, portanto, não é apenas um tropeço moral, mas a rejeição consciente e final ao Espírito Santo. É uma blasfêmia que torna impossível a renovação para arrependimento.

Um Chamado à Vigilância e à Confiança

O aviso de Hebreus não é para nos gerar medo, mas para nos manter vigilantes e esperançosos. A salvação verdadeira é acompanhada por frutos que permanecem, e a Palavra ilumina, mas só quem persevera até o fim herdará as promessas. A Bíblia afirma, ao mesmo tempo, que Deus preserva os seus e que o homem deve perseverar em fé e obediência.

Em vez de nos aterrorizar, o autor de Hebreus conclui com uma nota de esperança: “Mas de vós, ó amados, esperamos coisas melhores, e coisas que acompanham a salvação…”. O Deus que adverte é o mesmo que guarda e não se esquece dos que lhe pertencem.

Nosso Chamado

Em vez de nos questionarmos se podemos perder a salvação, a verdadeira pergunta é: a salvação que temos nos move a uma vida de perseverança e dependência de Deus? A garantia de nossa herança não está em nossa própria força, mas na fidelidade daquele que nos salvou. Portanto, que essa verdade nos leve a um profundo descanso em Cristo e a uma vida que glorifique a Ele.

]]>
https://umasbrac.com.br/perder-a-salvacao/feed/ 0
Doutores ou Doutrina? https://umasbrac.com.br/doutores-ou-doutrina/ https://umasbrac.com.br/doutores-ou-doutrina/#respond Thu, 17 Jul 2025 10:48:17 +0000 https://umasbrac.com.br/?p=138 O alerta de 2 Timóteo 4:3 para a igreja do nosso tempo

Introdução

Vivemos um tempo em que, em muitas igrejas e eventos cristãos, cresce o costume de se convidar especialistas das mais diversas áreas — psicólogos, advogados, médicos, educadores, autoridades civis, e outros — para palestras, conselhos e pronunciamentos. Em si, isso não é pecado. É possível ver valor nessa participação, especialmente quando há contribuição legítima para a edificação do corpo de Cristo ou orientação prática sobre temas da vida.

Porém, é necessário discernimento. Há um risco crescente de trocar o lugar da Palavra de Deus por discursos humanos, ainda que bem-intencionados. Em muitos ajuntamentos, o tempo destinado à exposição bíblica está sendo diminuído, e o ambiente do culto, muitas vezes, assume uma tonalidade quase acadêmica ou cívica.

Esse fenômeno não é novo. O apóstolo Paulo já advertia Timóteo sobre isso:

“Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências.” (2 Timóteo 4:3)

A pergunta que precisa ser feita com seriedade é: quem está falando na igreja — os doutores ou a Doutrina?

A finalidade espiritual do ajuntamento

O que é a reunião da igreja? Mais do que um evento social, institucional ou informativo, a reunião do povo de Deus é um ajuntamento santo, centrado na Palavra e na adoração.

“Congregai os meus santos, aqueles que comigo fizeram aliança com sacrifício.” (Salmo 50:5)
“E perseveravam na doutrina dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão, e nas orações.” (Atos 2:42)

A igreja se reúne com um objetivo claro: glorificar a Cristo, ser edificada na Palavra, crescer na comunhão e ser fortalecida pelo Espírito. Quando o foco muda, e outras vozes se tornam o centro do encontro, a reunião perde sua essência espiritual.

A superioridade da Palavra de Deus

Vivemos em uma geração sedenta por soluções rápidas e discursos agradáveis. Mas é a Palavra de Deus que sustenta, transforma e liberta. Nenhum saber humano pode ocupar o lugar que pertence à Escritura.

“Porque a Palavra de Deus é viva e eficaz, e mais penetrante do que espada alguma de dois gumes…” (Hebreus 4:12)
“Assim será a minha palavra, que sair da minha boca: ela não voltará para mim vazia…” (Isaías 55:11)

A Bíblia não é apenas mais uma voz entre outras. Ela é a voz de Deus à Sua Igreja. Portanto, a prioridade em nossos encontros deve ser a pregação fiel, reverente e ungida da Palavra, acima de qualquer outra fala.

Os “doutores” segundo as concupiscências

O alerta de Paulo é claro: “amontoarão para si doutores”. Ou seja, o problema não é a presença de mestres, mas a motivação por trás disso. Esses “doutores” são procurados para dizer o que as pessoas desejam ouvir, e não o que precisam ouvir.

São especialistas escolhidos segundo as concupiscências, ou seja, de acordo com os desejos carnais. A Palavra deixa de ser prioridade e cede lugar a discursos sobre autoestima, sucesso, direitos, emoções — que, mesmo sendo importantes em certo grau, não podem substituir a doutrina de Cristo.

A igreja precisa voltar a amar a sã doutrina. E isso significa aceitar a verdade mesmo quando ela confronta.

Autoridades públicas nas reuniões: honra sem idolatria

É digno e bíblico honrar aqueles que exercem autoridade na sociedade:

“Orai… por todos os que estão em eminência, para que tenhamos uma vida quieta e sossegada…” (1 Timóteo 2:2)

Assim, quando prefeitos, vereadores, policiais, juízes ou outros servidores públicos participam de cultos e congressos, devemos recebê-los com respeito e oração. Isso também é parte do nosso testemunho cristão.

No entanto, o culto não pode se tornar um palanque político. A casa de Deus é lugar de adoração, e não de promoção pessoal, ideológica ou partidária. Ainda que autoridades tomem a palavra, que o façam com reverência e sob supervisão pastoral, e que isso jamais tome o lugar da Palavra nem do tempo da pregação.

O púlpito é lugar sagrado. E a glória é exclusivamente do Senhor.

O Espírito Santo guia em toda a verdade

Por fim, é o Espírito Santo quem dirige a Igreja de Cristo. Não são as luzes da razão nem os cargos humanos, mas a unção do Espírito que nos ensina todas as coisas.

“Mas, quando vier aquele Espírito de verdade, ele vos guiará em toda a verdade… Ele me glorificará, porque há de receber do que é meu, e vo-lo há de anunciar.” (João 16:13-14)

Se temos o Espírito, temos tudo. Toda sabedoria útil deve ser recebida com gratidão, mas submetida ao Espírito Santo e jamais colocada acima da Palavra.

Conclusão

O povo de Deus precisa de conselhos, informações, boas orientações. Mas acima de tudo, precisa da Palavra viva de Deus. Essa Palavra não pode ser diminuída, substituída ou abafada.

A igreja glorifica a Cristo quando guarda a sã doutrina, honra as autoridades com equilíbrio, e dá ao Espírito Santo liberdade para agir. A geração atual precisa desesperadamente de pregadores fiéis — homens e mulheres cheios da Palavra e do Espírito, que não se vendem por aplausos nem se curvam à vaidade dos discursos humanos.

O tempo é chegado. As escolhas estão diante de nós.

Doutores ou Doutrina?

Que Deus nos dê graça para escolher corretamente — e permanecer firmes naquilo que dEle recebemos desde o princípio.

“Conjuro-te, pois, diante de Deus e do Senhor Jesus Cristo… prega a palavra, insta a tempo e fora de tempo, redargue, repreende, exorta, com toda longanimidade e doutrina.” (2 Timóteo 4:1-2)

]]>
https://umasbrac.com.br/doutores-ou-doutrina/feed/ 0
Chamados, mas ainda não reconhecidos https://umasbrac.com.br/chamados-mas-ainda-nao-reconhecidos/ https://umasbrac.com.br/chamados-mas-ainda-nao-reconhecidos/#respond Thu, 10 Jul 2025 02:03:50 +0000 https://umasbrac.com.br/?p=134 Quando o céu confirma, mas a terra ainda silencia

 

“Todos estes morreram na fé, sem terem alcançado as promessas, mas, vendo-as de longe, e crendo-as, e abraçando-as, confessaram que eram estrangeiros e peregrinos na terra.”

(Hebreus 11:13)

 

Existem homens a quem Deus chama, capacita e envia — mas que ainda não encontraram reconhecimento no ambiente humano e eclesiástico. São líderes em essência, vasos moldados na Casa do Oleiro, prontos para o serviço, mas ainda não plenamente compreendidos, visibilizados ou acolhidos por sua comunidade local. Que fazer? Como manter o coração alinhado ao céu quando a terra ainda se cala?

 

Um chamado à esperança.

Uma exortação serena e firme à perseverança. Um lembrete de que o tempo do reconhecimento não define o valor do chamado. E de que a fidelidade em secreto vale mais do que a visibilidade em vão.

 

  1. O exemplo maior: Jesus, o Ungido rejeitado

Não há liderança mais legítima que a de Jesus. E não houve rejeição mais clara que a d’Ele.

 

“Veio para o que era seu, e os seus não o receberam.” (João 1:11)

 

Ele curou, ensinou com autoridade, expulsou demônios, libertou cativos, viveu em santidade — e ainda assim foi questionado, silenciado e crucificado. Se o Mestre dos mestres não foi reconhecido pelos líderes religiosos de seu tempo, por que seus servos deveriam esperar um caminho diferente?

 

Mas é exatamente aí que reside a nobreza do chamado cristão. A verdadeira liderança espiritual nasce da cruz, não do aplauso. Jesus não precisou de aprovação humana para ser quem era. Ele foi fiel até o fim — e Deus O exaltou soberanamente.

 

  1. Hebreus 11: Homens e mulheres que creram… mesmo sem reconhecimento terreno

 

A galeria da fé em Hebreus 11 é um verdadeiro hino à perseverança no invisível. O versículo 13 é uma chave preciosa:

 

“Todos estes morreram na fé, sem terem alcançado as promessas, mas, vendo-as de longe, e crendo-as, e abraçando-as…”

 

Abraão, Moisés, Davi, Samuel, os profetas… Todos eles creram no que Deus disse, mesmo quando o mundo ainda não via o que o céu já havia liberado. Alguns derrotaram exércitos; outros foram serrados pelo meio. Mas todos eles viveram com os olhos voltados para algo maior do que a aprovação de sua época.

 

Essa passagem é o antídoto contra a ansiedade do reconhecimento.

Ela ensina que o valor da liderança não está na aclamação humana, mas na fidelidade a Deus

 

  1. Quando o Espírito capacita, mas a Igreja ainda não vê

 

Paulo diz a Timóteo:

“Desperta o dom de Deus que existe em ti…” (2 Timóteo 1:6)

“Cumpre o teu ministério.” (2 Timóteo 4:5)

 

Aqui não há menção ao aplauso dos outros, mas ao compromisso com aquilo que foi recebido do alto. O Espírito Santo entrega dons e vocações, mas a responsabilidade de cultivá-los é do homem.

 

E o reconhecimento da Igreja? Ele é importante. Faz parte do processo. Mas ele não antecede o caráter — apenas o confirma.

 

Sim, há casos em que a Igreja demora ou falha em reconhecer. Nessas horas, o líder deve manter-se fiel:

  • Sem rebelião

 

  • Sem desistir

 

  • Sem autopromoção

 

Porque Deus vê no oculto. E é Ele quem exalta no tempo certo (1 Pedro 5:6).

 

  1. O tempo de Deus não atrasa

 

Davi foi ungido rei, mas esperou anos até sentar-se no trono. José sonhou com liderança, mas passou pelo poço e pela prisão antes de ser levantado no Egito.

 

Em ambos os casos, o que sustentou esses homens não foi o reconhecimento humano, mas a certeza do chamado. Eles não se precipitaram. Não tomaram à força o que Deus daria no tempo certo.

 

“Há tempo de nascer, e tempo de morrer; tempo de plantar, e tempo de arrancar o que se plantou.” (Eclesiastes 3:2)

 

Líder que se antecipa ao tempo se perde.

Mas líder que espera em fé amadurece no secreto e será usado com poder na hora certa.

 

  1. O que fazer enquanto o reconhecimento não vem?

 

  1. Sirva com humildade

“Porque Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes.” (Tiago 4:6)

 

Sirva a igreja local. Sirva seus líderes. Sirva aos pequenos. Sirva mesmo sem título.

 

  1. Permaneça fiel ao caráter de Cristo

 

“Aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração.” (Mateus 11:29)

 

Liderança verdadeira não se impõe, ela inspira por meio do exemplo.

 

  1. Cultive o dom em secreto

 

Estude. Ore. Sirva. Fortaleça sua comunhão com Deus. Não enterre o talento.

 

  1. Guarde o coração da amargura

“Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as saídas da vida.” (Provérbios 4:23)

 

A rejeição não pode envenenar o coração de um servo.

 

  1. E quando o reconhecimento nunca chegar?

 

E se você for como os heróis de Hebreus 11:39?

 

“E todos estes, tendo tido testemunho pela fé, não alcançaram a promessa.”

 

Então você terá sido contado entre os fiéis que agradaram a Deus, não aos homens.

 

No final, o que importa não é quantos viram, mas o que o Senhor viu.

O que vale não é o número de palmas, mas a aprovação do Justo Juiz.

 

✨ Conclusão: A verdadeira coroa não vem da terra

 

“Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé. Desde agora a coroa da justiça me está guardada…” (2 Timóteo 4:7–8)

 

O reconhecimento humano pode ser tardio. Mas o de Deus nunca falha.

 

Homem de Deus: não desista.

Você foi chamado. Você está sendo moldado. E no tempo certo, quem tiver olhos para ver, verá.

Enquanto isso… sirva, ame, espere. E confie.

 

✦ Uma exortação à Igreja: não deixemos escapar o que Deus confiou

 

Se este texto fala ao coração de líderes que ainda aguardam reconhecimento, ele também fala com amor à Igreja: não despreze o vaso que Deus está moldando em seu meio.

 

“Respondeu-lhe Pedro: Pode alguém porventura recusar a água, para que não sejam batizados estes, que também receberam o Espírito Santo como nós?” (Atos 10:47)

 

Pedro, diante de uma situação nova, reconheceu com humildade que Deus estava agindo. Ele não resistiu ao mover divino por causa de estruturas humanas. A Igreja hoje também precisa orar, discernir e se abrir àquilo que o Espírito está levantando entre os homens — ainda que venha em forma simples, discreta ou inesperada.

 

“Examinai tudo. Retende o bem.” (1 Tessalonicenses 5:21)

 

Nem todo dom é barulhento. Nem todo líder chega de púlpito em punho. Às vezes ele serve em silêncio, ora no secreto, chora pelas almas. Mas é resposta de Deus.

 

E, por isso, a Igreja — pastores, presbíteros e membros — deve buscar do Senhor olhos espirituais, humildade para reconhecer, e coragem para valorizar o vaso que Ele está formando.

 

“Porque, assim como o corpo é um, e tem muitos membros, e todos os membros, sendo muitos, formam um só corpo, assim é Cristo também.” (1 Coríntios 12:12)

 

Cada dom é um recurso do Céu. Um talento desperdiçado pode significar uma brecha aberta. O líder não reconhecido pode ser o pastor de amanhã, o discipulador de hoje, ou a voz que falta ao grupo de homens. Se não o virmos com os olhos de Cristo, corremos o risco de rejeitar uma ferramenta preparada por Deus.

 

Que haja em nós temor e discernimento.

Que haja em nossos líderes oração e sabedoria.

E que o Senhor da seara nos desperte para reconhecer aquilo que já está entre nós.

]]>
https://umasbrac.com.br/chamados-mas-ainda-nao-reconhecidos/feed/ 0
Homens que sentem, homens que edificam: a empatia como virtude do líder https://umasbrac.com.br/homens-que-sentem-homens-que-edificam-a-empatia-como-virtude-do-lider/ https://umasbrac.com.br/homens-que-sentem-homens-que-edificam-a-empatia-como-virtude-do-lider/#respond Thu, 10 Jul 2025 01:49:59 +0000 https://umasbrac.com.br/?p=129 Mais que um sentimento, a empatia é uma expressão madura do caráter de Cristo em nós — e pode ser cultivada como parte do chamado para liderar.

 

“Regozijai-vos com os que se regozijam; e chorai com os que choram.”

(Romanos 12:15)

A empatia é força, não fraqueza

 

No coração da liderança cristã, existe um chamado para servir com firmeza, mas também com ternura. Liderar homens — especialmente na seara do Senhor — exige não apenas visão e autoridade, mas também a capacidade de se identificar com as dores, lutas e alegrias dos outros. Esta capacidade tem nome: empatia.

 

Longe de ser um mero traço emocional ou humano, a empatia é uma virtude espiritual, aprendida e cultivada, que reflete o coração de Jesus Cristo, o ensino do Espírito Santo e o funcionamento do Corpo de Cristo. Ela não é ausência de autoridade, mas presença de compaixão. E um líder que aprende a caminhar com empatia, caminha mais longe, com mais pessoas, e de forma mais parecida com o Mestre.

 

O modelo supremo: Cristo que sentiu nossas dores

 

“Porque não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; porém um que, como nós, em tudo foi tentado, mas sem pecado.”    (Hebreus 4:15)

 

Cristo é o padrão de toda liderança cristã. E Sua empatia não foi teórica. Ele sentiu na pele a dor humana, chorou com os que choravam, se indignou com as injustiças, acolheu os rejeitados, tocou os impuros, e perdoou os pecadores. Jesus não liderava de longe. Ele se aproximava.

 

Ser semelhante a Cristo é, portanto, aprender a olhar o outro com compaixão verdadeira. O líder de homens deve ouvir com atenção, perceber o que está além das palavras, estender a mão antes de apontar o dedo. Isso é empatia — e isso é ser parecido com o Filho de Deus.

Um fruto que o Espírito gera

 

“Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança.”

(Gálatas 5:22–23)

 

A empatia está entrelaçada com o fruto do Espírito. Quem anda no Espírito é sensível, é maleável nas mãos de Deus, e aprende a se colocar no lugar do outro. Não se trata de personalidade, mas de rendição. Um homem duro pode se tornar manso quando o Espírito o transforma. Um homem apático pode se tornar sensível quando o Espírito o quebranta.

 

A empatia não é dom para alguns. É virtude disponível para todos os que se deixam guiar pelo Espírito Santo. Não é imposição de comportamento — é resultado da presença de Deus em nós.

 

O corpo precisa de homens que entendem

 

“De maneira que, se um membro padece, todos os membros padecem com ele; e, se um membro é honrado, todos os membros se regozijam com ele.”

(1 Coríntios 12:26)

 

A Igreja não é um lugar de competição, mas de comunhão. O homem de Deus que lidera outros homens precisa entender: não há crescimento sem cuidado mútuo. A empatia é o cimento que une os tijolos do Corpo de Cristo.

 

Por isso, o líder precisa aprender a descer — ao nível do irmão cansado, ao silêncio do que não sabe pedir ajuda, ao choro do que fracassou. É assim que os laços se fortalecem, as feridas cicatrizam, e a Igreja permanece unida.

Como desenvolver a empatia?

 

Alguns irmãos perguntam: “Mas eu não sou uma pessoa muito sensível. Como vou ser empático?” A resposta é: com o Espírito, com a Palavra e com prática diária. Eis algumas orientações práticas e espirituais:

 

  1. Ore para ver como Cristo vê

Peça ao Senhor: “Abre meus olhos, Senhor, para ver meus irmãos como Tu vês.” Deus responde esse tipo de oração.

 

  1. Exercite o ouvir mais que o falar

O apóstolo Tiago nos lembra: “Todo o homem seja pronto para ouvir, tardio para falar.” (Tiago 1:19). Ouvir com atenção é um ato de amor.

 

  1. Desenvolva o hábito da intercessão pessoal

Orar por alguém o aproxima do coração dele. Interceder por um irmão é um caminho direto à empatia espiritual.

 

  1. Lembre-se de onde Deus o tirou

Quando você se recorda da sua própria dor, do seu próprio deserto, você compreende melhor o deserto do outro.

 

  1. Esteja presente, mesmo sem palavras

Às vezes, empatia é apenas estar ali. Chorar junto. Esperar junto. Servir em silêncio.

Empatia não é fraqueza — é maturidade

 

Em uma cultura onde homens são ensinados a suprimir sentimentos e camuflar fraquezas, a empatia pode parecer “coisa de gente frágil”. Mas o Reino de Deus subverte essa lógica. No Reino, é forte quem ama. É forte quem se inclina. É forte quem se importa.

 

Jesus, o mais forte de todos, se compadeceu.

O Espírito, o mais poderoso de todos, intercede com gemidos.

A Igreja, a mais bela de todas, carrega uns aos outros em amor.

 

Conclusão:

Homens que sentem, homens que edificam

 

A empatia não enfraquece a liderança. Pelo contrário: a fortalece com profundidade, humanidade e graça. Ela nos torna mais sensíveis à voz de Deus e mais fiéis ao coração de Cristo. É caminho de maturidade.

 

O líder de homens que aprende a se compadecer como o Mestre, a andar em amor como o Espírito ensina, e a edificar como o Corpo exige, não apenas guia — ele transforma. Porque onde há empatia, há espaço para cura. E onde há cura, o Reino avança.

 

]]>
https://umasbrac.com.br/homens-que-sentem-homens-que-edificam-a-empatia-como-virtude-do-lider/feed/ 0
Você nasceu líder, ou desenvolveu esta habilidade? https://umasbrac.com.br/voce-nasceu-lider-ou-desenvolveu-esta-habilidade/ https://umasbrac.com.br/voce-nasceu-lider-ou-desenvolveu-esta-habilidade/#respond Thu, 10 Jul 2025 01:47:42 +0000 https://umasbrac.com.br/?p=127 Mais do que dom inato ou talento natural, a liderança cristã é um chamado que envolve o agir soberano de Deus, o modelo de Cristo, a capacitação do Espírito e a resposta obediente do homem.

 

“Porque Deus é o que opera em vós tanto o querer como o efetuar, segundo a sua boa vontade.”

(Filipenses 2:13)

Nem dom apenas, nem esforço apenas: um chamado moldado em santidade

 

Ao longo das Escrituras, vemos homens levantados por Deus para liderar o Seu povo. Alguns, como Moisés, resistiram ao chamado. Outros, como Davi, foram preparados em segredo. Uns foram chamados ainda jovens, como Jeremias, enquanto outros, como Abraão, começaram a caminhar na liderança já em idade avançada. A variedade de perfis mostra uma verdade incontornável: Deus não chama os homens por padrão humano, mas segundo o Seu propósito.

 

Com certeza existem muitos tipos de líderes no mundo. Há aqueles que mobilizam massas, comandam empresas ou conduzem projetos com extrema eficácia. Alguns são até admirados em livros e palestras sobre performance e sucesso. No entanto, a Igreja de Deus, o rebanho do Senhor, o grupo de homens chamados à santidade — precisa de líderes levantados por Deus.

 

Líderes que não apenas sabem conduzir, mas amam servir. Que não apenas conhecem técnicas, mas dobram os joelhos em oração. Que não se apoiam apenas em carisma, mas vivem debaixo da autoridade do Céu.

 

Como disse o apóstolo Paulo:

“E eu, irmãos, quando fui ter convosco, anunciando-vos o testemunho de Deus, não fui com sublimidade de palavras ou de sabedoria… mas em demonstração de Espírito e de poder.” (1 Coríntios 2:1,4)

 

A Igreja precisa de líderes cujo sucesso não pode ser totalmente mensurado em gráficos ou estratégias humanas, mas que produzem frutos espirituais, edificam vidas e agradam a Deus

 

A liderança cristã, portanto, não é privilégio de poucos com habilidades natas, mas uma vocação espiritual acessível a todos os que se colocam nas mãos do Senhor. Há quem nasça com características naturais de liderança, sim — mas isso, por si só, não garante a liderança no Reino. O que conta, diante de Deus, é a resposta obediente ao chamado, a formação segundo o caráter de Cristo e a dependência constante do Espírito Santo.

Deus chama — mas também forma

 

“Vem agora, pois, e eu te enviarei a Faraó, para que tires o meu povo, os filhos de Israel, do Egito. Então disse Moisés a Deus: Quem sou eu para que vá a Faraó?”

(Êxodo 3:10–11)

 

A liderança começa com um chamado. É o Senhor quem inicia a obra, pois Ele é soberano. Mas, mesmo os chamados, como Moisés, muitas vezes não se sentem prontos. O chamado divino, entretanto, inclui a formação do caráter, a correção dos caminhos, o treinamento nos bastidores e a capacitação para a missão. Moisés precisou de quarenta anos no deserto. José foi preparado no sofrimento. Davi foi ungido, mas ainda cuidava das ovelhas. O apóstolo Paulo passou anos em silêncio antes de iniciar seu ministério público.

 

Isso mostra que o chamado não exclui o processo. Um líder pode até não se sentir pronto, mas Deus está formando nele a estatura espiritual para que ele lidere não por si mesmo, mas pela graça que opera nele.

 

O modelo é Cristo, o poder é do Espírito, a missão é na Igreja

 

“Sede meus imitadores, como também eu de Cristo.”

(1 Coríntios 11:1)

 

Jesus é o referencial eterno de toda liderança cristã. Ele é o Bom Pastor, o Servo Fiel, o Rei Justo e o Senhor Compassivo. Toda liderança que não se espelha n’Ele, se perde em vaidade. O líder cristão, portanto, não busca glória para si, mas vive para glorificar ao Pai, servindo como Cristo serviu.

 

E é impossível seguir esse padrão com forças humanas. Por isso, o Espírito Santo é enviado para capacitar, ensinar, lembrar, impulsionar. É Ele quem dá sabedoria, discernimento, coragem, firmeza e mansidão. Não se trata de carisma humano, mas de graça espiritual.

 

E tudo isso se manifesta e se confirma no contexto da Igreja, onde dons são reconhecidos, ministérios são provados, relacionamentos são amadurecidos, e a liderança se torna funcional — não autoritária, mas relacional; não imposta, mas frutífera.

 

Você tem mais controle sobre sua liderança do que imagina

 

“Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar.”

(2 Timóteo 2:15)

 

Essa passagem mostra um princípio profundo: a responsabilidade pela formação do líder também recai sobre o próprio homem. Não se trata de mérito ou vanglória, mas de fidelidade. Aquele que é chamado deve se apresentar diante de Deus como alguém que investe tempo, que se submete à correção, que busca crescer. Em outras palavras: há um aspecto da liderança que pode — e deve — ser desenvolvido.

 

Portanto, sim: você tem mais controle sobre sua liderança do que imagina. A decisão de crescer, de buscar, de se preparar, de se alinhar ao caráter de Cristo está em suas mãos. A liderança no Reino de Deus não é uma posição que se ocupa, mas uma vida que se oferece.

 

Como desenvolver a liderança segundo Deus?

 

  1. Busque intimidade com o Senhor

Um líder sem altar se torna vazio. Tempo com Deus gera direção e firmeza.

 

  1. Aprenda com outros homens de Deus

O discípulo aprende com o exemplo. Não se isole: observe, questione, caminhe com líderes maduros.

 

  1. Sirva antes de comandar

Jesus lavou os pés dos discípulos. Toda verdadeira liderança cristã começa no serviço.

 

  1. Abrace os processos de Deus

Não fuja do deserto, das correções ou dos dias pequenos. Eles moldam o coração.

 

  1. Cultive a humildade e o temor

O homem que lidera com soberba perde a unção. O homem que lidera com temor, mantém-se no centro da vontade de Deus.

 

Uma missão para homens disponíveis, não perfeitos

 

O Senhor nunca exigiu perfeição humana para usar alguém. O que Ele busca é disponibilidade, sinceridade e fidelidade. Os discípulos eram homens comuns. Pedro era impulsivo. Tomé, inseguro. João, por vezes intolerante. Mas todos foram transformados pela convivência com Jesus e pelo poder do Espírito Santo.

 

Assim também ocorre hoje. Homens comuns, com suas limitações e inseguranças, podem se tornar líderes firmes, sábios e eficazes quando se rendem ao processo divino. A liderança não é o fim da caminhada — é o começo de uma jornada de serviço, renúncia e influência sob a autoridade de Cristo.

 

Conclusão: Quem se entrega, cresce; quem cresce, lidera

 

Deus ainda chama. Cristo ainda é o modelo. O Espírito ainda capacita. E a Igreja ainda precisa de líderes que sejam forjados por Deus e disponíveis para o Reino.

 

Portanto, se você se pergunta se nasceu para liderar, saiba que a resposta mais importante não está no seu ponto de partida, mas na sua disposição de obedecer ao chamado e crescer em Deus. A liderança cristã não é privilégio de alguns — é fruto da fidelidade de quem caminha com o Senhor.

 

]]>
https://umasbrac.com.br/voce-nasceu-lider-ou-desenvolveu-esta-habilidade/feed/ 0
📜 Declaração de Princípios da UMASBRAC https://umasbrac.com.br/%f0%9f%93%9c-declaracao-de-principios-da-umasbrac/ https://umasbrac.com.br/%f0%9f%93%9c-declaracao-de-principios-da-umasbrac/#respond Thu, 10 Jul 2025 01:45:50 +0000 https://umasbrac.com.br/?p=125 União de Homens “O Brasil para Cristo”

Lema: “A participação do homem na Obra de Deus”

🧔🏻 Nossa Identidade

A UMASBRAC é o departamento de homens da Igreja Evangélica Pentecostal “O Brasil para Cristo”, formado com o propósito de mobilizar, fortalecer e alinhar os homens à missão da Igreja de Cristo no mundo.

Assumimos com temor e alegria o nosso chamado, resumido em nosso lema:

“A participação do homem na Obra de Deus” Esta não é apenas uma frase. É uma convicção que norteia nossas ações, nossas reuniões, nossos projetos e nossa vida espiritual.

🧭 Submissão e Ordem

Somos um departamento e não um ministério autônomo. Estamos inseridos e subordinados à estrutura da OBPC, com plena consciência de que:

  • A UMASBRAC existe para servir a Obra e não para criar caminhos paralelos;
  • Estamos totalmente sujeitos às igrejas locais, às lideranças regionais e às Convenções Estaduais;
  • Cada líder de departamento – inclusive os presidentes estaduais – está subordinado ao seu pastor imediato, com quem caminha em plena obediência e cooperação.

Reafirmamos: essa ordem não é apenas organizacional — é espiritual. Obedecer e honrar a liderança é caminhar debaixo da bênção de Deus (Hb 13:17).

🤝 Nossa Missão

A UMASBRAC busca:

  • Incentivar a vida devocional, a santidade e a firmeza doutrinária dos homens da igreja;
  • Promover eventos, encontros e formações que levem o homem a entender seu papel no lar, na igreja e na sociedade;
  • Ser instrumento de unidade e serviço à liderança pastoral, nunca de divisão ou vaidade.

🙌 Nossa Visão Espiritual

Servir à Igreja é servir ao Senhor da Igreja. A UMASBRAC se reconhece como um instrumento auxiliar da Obra de Deus. Nossa relevância não está em números, estruturas ou visibilidade, mas na fidelidade com que obedecemos, servimos e nos deixamos conduzir pelo Espírito Santo.

“Pois, quando fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes.” (Mateus 25:40)

📜 Declaração de Princípios da UMASBRAC

 

União de Homens “O Brasil para Cristo”
Lema: “A participação do homem na Obra de Deus”

 

🧔🏻 Nossa Identidade

A UMASBRAC é o departamento de homens da Igreja Evangélica Pentecostal “O Brasil para Cristo”, formado com o propósito de mobilizar, fortalecer e alinhar os homens à missão da Igreja de Cristo no mundo.

Assumimos com temor e alegria o nosso chamado, resumido em nosso lema:

“A participação do homem na Obra de Deus”
Esta não é apenas uma frase. É uma convicção que norteia nossas ações, nossas reuniões, nossos projetos e nossa vida espiritual.

🧭 Submissão e Ordem

Somos um departamento e não um ministério autônomo. Estamos inseridos e subordinados à estrutura da OBPC, com plena consciência de que:

  • A UMASBRAC existe para servir a Obra e não para criar caminhos paralelos;

  • Estamos totalmente sujeitos às igrejas locais, às lideranças regionais e às Convenções Estaduais;

  • Cada líder de departamento – inclusive os presidentes estaduais – está subordinado ao seu pastor imediato, com quem caminha em plena obediência e cooperação.

Reafirmamos: essa ordem não é apenas organizacional — é espiritual. Obedecer e honrar a liderança é caminhar debaixo da bênção de Deus (Hb 13:17).

 

🤝 Nossa Missão

A UMASBRAC busca:

  • Incentivar a vida devocional, a santidade e a firmeza doutrinária dos homens da igreja;

  • Promover eventos, encontros e formações que levem o homem a entender seu papel no lar, na igreja e na sociedade;

  • Ser instrumento de unidade e serviço à liderança pastoral, nunca de divisão ou vaidade.

🙌 Nossa Visão Espiritual

Servir à Igreja é servir ao Senhor da Igreja. A UMASBRAC se reconhece como um instrumento auxiliar da Obra de Deus. Nossa relevância não está em números, estruturas ou visibilidade, mas na fidelidade com que obedecemos, servimos e nos deixamos conduzir pelo Espírito Santo.

“Pois, quando fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes.”
(Mateus 25:40)

 

]]>
https://umasbrac.com.br/%f0%9f%93%9c-declaracao-de-principios-da-umasbrac/feed/ 0