Semeando a Palavra – UMASBRAC https://umasbrac.com.br A participação do homem na obra de Deus Sun, 16 Nov 2025 21:27:20 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://umasbrac.com.br/wp-content/uploads/2025/07/cropped-4967699147994017309-32x32.jpg Semeando a Palavra – UMASBRAC https://umasbrac.com.br 32 32 O chamado do Homem para a grandeza https://umasbrac.com.br/o-chamado-do-homem-para-a-grandeza/ https://umasbrac.com.br/o-chamado-do-homem-para-a-grandeza/#respond Mon, 06 Oct 2025 03:48:50 +0000 https://umasbrac.com.br/?p=833
Pense na atmosfera intensa de um jogo de futebol: a paixão pela vitória, o esforço coletivo,
a busca pela superação.
Essas cenas revelam algo presente no coração do homem — o desejo de vencer, de ser
útil, de alcançar algo grandioso.
Porém, na perspectiva do Reino de Deus, esse desejo não é uma expressão de vaidade,
mas um reflexo do propósito original do Criador.
Deus criou o homem com um anseio legítimo por grandeza. Contudo, essa grandeza
precisa ser entendida à luz do Reino. A verdadeira grandeza não é medida por poder,
riqueza ou status, mas pela capacidade de refletir a glória de Deus e servir ao próximo com
humildade e amor.
O exemplo de Moisés: força sob controle
Moisés é descrito nas Escrituras como “o homem mais manso da terra”.
Mesmo assim, foi um grande líder — aquele que conduziu o povo de Israel para fora do
Egito.
Sua mansidão não era fraqueza, mas força sob controle, uma grandeza moldada pela
submissão à vontade divina.
Por meio dessa rendição, Deus realizou obras poderosas, mostrando que a verdadeira
grandeza nasce da obediência e do serviço.
A distorção moderna da grandeza
O mundo contemporâneo tem deturpado o conceito de grandeza, substituindo valores
eternos por métricas superficiais — fama, riqueza e poder.
Essa inversão é uma das estratégias do inimigo para afastar o homem do propósito de
Deus.
Enquanto o mundo valoriza o brilho momentâneo, o Senhor valoriza o caráter, a
integridade e o impacto positivo que um homem exerce na vida dos outros.
Jesus afirmou em João 14:12:
“Em verdade, em verdade vos digo que aquele que crê em mim também fará as
obras que eu faço, e as fará maiores do que estas…”
Essa promessa revela o potencial espiritual que Deus concedeu a todo aquele que crê.
Cristo não negou o desejo de grandeza — Ele o redirecionou para a glória de Deus e o
serviço ao próximo.
A verdadeira grandeza é servir
O desejo de grandeza precisa ser alinhado com a vontade de Deus.
E a Bíblia ensina que servir é o caminho da verdadeira grandeza.
Jesus, o exemplo supremo de liderança e poder, demonstrou Sua glória não por meio da
dominação, mas do serviço.
Ele lavou os pés dos discípulos, entregou-se pelos pecadores e mostrou que a grandeza
celestial se revela no amor e na humildade.
Conclusão e aplicação
Homens de Deus, fomos criados com um desejo santo de grandeza — não para a exaltação
pessoal, mas para que a glória de Cristo seja refletida em nós.
A grandeza verdadeira não se mede por aplausos ou conquistas, mas pela disposição de
servir, de obedecer e de amar.
“Se alguém quiser ser o primeiro, será o servo de todos.”
(Marcos 9:35)
Que a nossa grandeza seja a de Cristo em nós — forte para liderar, manso para servir, e
fiel para glorificar o Senhor em todas as coisas.
Nota editorial
Esta reflexão foi elaborada pela UMASBRAC com base em princípios bíblicos e ideias
inspiradas em leituras cristãs sobre o tema da grandeza e do propósito masculino, sem
referência a uma obra específica.

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É possível perder a salvação? https://umasbrac.com.br/perder-a-salvacao/ https://umasbrac.com.br/perder-a-salvacao/#respond Sun, 21 Sep 2025 01:50:07 +0000 https://umasbrac.com.br/?p=141 O que a Bíblia realmente diz sobre a segurança do salvo e a apostasia.

📖 “Porque é impossível que os que já uma vez foram iluminados, e provaram o dom celestial, e se fizeram participantes do Espírito Santo, e provaram a boa palavra de Deus e os poderes do mundo vindouro, e recaíram, sejam outra vez renovados para arrependimento; visto que, crucificando por sua parte o Filho de Deus, e expondo-o ao vitupério.” (Hebreus 6:4–6)

Para entendermos a Palavra de Deus precisamos depender do Espírito Santo e da oração o tempo todo. Muitos trechos da Bíblia são desafiadores, e Hebreus 6:4–12 nos dá um ótimo exemplo dessa dificuldade. O autor descreve pessoas que foram iluminadas, provaram o dom celestial, participaram do Espírito Santo e até experimentaram os poderes do mundo vindouro. Mas, em seguida, afirma que, se recaírem, é impossível renová-las outra vez para arrependimento.

A pergunta é inevitável: o cristão pode perder a salvação?

Para entender essa tensão, a Bíblia nos apresenta, lado a lado, duas verdades: a da segurança do salvo e a da advertência contra a apostasia.

O Lado da Preservação: Ninguém nos Arrebata das Mãos de Cristo

A Bíblia nos dá promessas claras sobre a segurança dos que pertencem a Deus. João 10:28-29, por exemplo, nos garante que ninguém pode arrebatar das mãos de Cristo aqueles que o Pai lhe deu. Da mesma forma, Filipenses 1:6 nos assegura que aquele que começou a boa obra em nós irá completá-la , e Romanos 8:38-39 diz que nada pode nos separar do amor de Deus.

João mostra que há pessoas que parecem crentes, mas sua saída do convívio revela que nunca pertenceram genuinamente a Cristo. A promessa de Cristo em João 6:37 reforça essa ideia: “Todo aquele que o Pai me dá virá a mim; e o que vem a mim, de maneira nenhuma o lançarei fora”.

O Alerta de Hebreus: O Perigo da Apostasia

Apesar da clara promessa de segurança, a Bíblia também nos alerta sobre o perigo de endurecer o coração e abandonar a fé. Hebreus 10:26-27 nos adverte que, se pecarmos voluntariamente, não resta mais sacrifício pelo pecado, mas “certa expectação horrível de juízo”. Da mesma forma, 2 Pedro 2:20-22 compara o apóstata ao cão que voltou ao seu vômito. Esses textos não nos deixam confortáveis, mas servem como um sério aviso.

O texto de Hebreus 6 sugere que as experiências descritas podem ser de pessoas que provaram da obra do Espírito, mas nunca foram verdadeiramente regeneradas. A apostasia, portanto, não é apenas um tropeço moral, mas a rejeição consciente e final ao Espírito Santo. É uma blasfêmia que torna impossível a renovação para arrependimento.

Um Chamado à Vigilância e à Confiança

O aviso de Hebreus não é para nos gerar medo, mas para nos manter vigilantes e esperançosos. A salvação verdadeira é acompanhada por frutos que permanecem, e a Palavra ilumina, mas só quem persevera até o fim herdará as promessas. A Bíblia afirma, ao mesmo tempo, que Deus preserva os seus e que o homem deve perseverar em fé e obediência.

Em vez de nos aterrorizar, o autor de Hebreus conclui com uma nota de esperança: “Mas de vós, ó amados, esperamos coisas melhores, e coisas que acompanham a salvação…”. O Deus que adverte é o mesmo que guarda e não se esquece dos que lhe pertencem.

Nosso Chamado

Em vez de nos questionarmos se podemos perder a salvação, a verdadeira pergunta é: a salvação que temos nos move a uma vida de perseverança e dependência de Deus? A garantia de nossa herança não está em nossa própria força, mas na fidelidade daquele que nos salvou. Portanto, que essa verdade nos leve a um profundo descanso em Cristo e a uma vida que glorifique a Ele.

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Doutores ou Doutrina? https://umasbrac.com.br/doutores-ou-doutrina/ https://umasbrac.com.br/doutores-ou-doutrina/#respond Thu, 17 Jul 2025 10:48:17 +0000 https://umasbrac.com.br/?p=138 O alerta de 2 Timóteo 4:3 para a igreja do nosso tempo

Introdução

Vivemos um tempo em que, em muitas igrejas e eventos cristãos, cresce o costume de se convidar especialistas das mais diversas áreas — psicólogos, advogados, médicos, educadores, autoridades civis, e outros — para palestras, conselhos e pronunciamentos. Em si, isso não é pecado. É possível ver valor nessa participação, especialmente quando há contribuição legítima para a edificação do corpo de Cristo ou orientação prática sobre temas da vida.

Porém, é necessário discernimento. Há um risco crescente de trocar o lugar da Palavra de Deus por discursos humanos, ainda que bem-intencionados. Em muitos ajuntamentos, o tempo destinado à exposição bíblica está sendo diminuído, e o ambiente do culto, muitas vezes, assume uma tonalidade quase acadêmica ou cívica.

Esse fenômeno não é novo. O apóstolo Paulo já advertia Timóteo sobre isso:

“Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências.” (2 Timóteo 4:3)

A pergunta que precisa ser feita com seriedade é: quem está falando na igreja — os doutores ou a Doutrina?

A finalidade espiritual do ajuntamento

O que é a reunião da igreja? Mais do que um evento social, institucional ou informativo, a reunião do povo de Deus é um ajuntamento santo, centrado na Palavra e na adoração.

“Congregai os meus santos, aqueles que comigo fizeram aliança com sacrifício.” (Salmo 50:5)
“E perseveravam na doutrina dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão, e nas orações.” (Atos 2:42)

A igreja se reúne com um objetivo claro: glorificar a Cristo, ser edificada na Palavra, crescer na comunhão e ser fortalecida pelo Espírito. Quando o foco muda, e outras vozes se tornam o centro do encontro, a reunião perde sua essência espiritual.

A superioridade da Palavra de Deus

Vivemos em uma geração sedenta por soluções rápidas e discursos agradáveis. Mas é a Palavra de Deus que sustenta, transforma e liberta. Nenhum saber humano pode ocupar o lugar que pertence à Escritura.

“Porque a Palavra de Deus é viva e eficaz, e mais penetrante do que espada alguma de dois gumes…” (Hebreus 4:12)
“Assim será a minha palavra, que sair da minha boca: ela não voltará para mim vazia…” (Isaías 55:11)

A Bíblia não é apenas mais uma voz entre outras. Ela é a voz de Deus à Sua Igreja. Portanto, a prioridade em nossos encontros deve ser a pregação fiel, reverente e ungida da Palavra, acima de qualquer outra fala.

Os “doutores” segundo as concupiscências

O alerta de Paulo é claro: “amontoarão para si doutores”. Ou seja, o problema não é a presença de mestres, mas a motivação por trás disso. Esses “doutores” são procurados para dizer o que as pessoas desejam ouvir, e não o que precisam ouvir.

São especialistas escolhidos segundo as concupiscências, ou seja, de acordo com os desejos carnais. A Palavra deixa de ser prioridade e cede lugar a discursos sobre autoestima, sucesso, direitos, emoções — que, mesmo sendo importantes em certo grau, não podem substituir a doutrina de Cristo.

A igreja precisa voltar a amar a sã doutrina. E isso significa aceitar a verdade mesmo quando ela confronta.

Autoridades públicas nas reuniões: honra sem idolatria

É digno e bíblico honrar aqueles que exercem autoridade na sociedade:

“Orai… por todos os que estão em eminência, para que tenhamos uma vida quieta e sossegada…” (1 Timóteo 2:2)

Assim, quando prefeitos, vereadores, policiais, juízes ou outros servidores públicos participam de cultos e congressos, devemos recebê-los com respeito e oração. Isso também é parte do nosso testemunho cristão.

No entanto, o culto não pode se tornar um palanque político. A casa de Deus é lugar de adoração, e não de promoção pessoal, ideológica ou partidária. Ainda que autoridades tomem a palavra, que o façam com reverência e sob supervisão pastoral, e que isso jamais tome o lugar da Palavra nem do tempo da pregação.

O púlpito é lugar sagrado. E a glória é exclusivamente do Senhor.

O Espírito Santo guia em toda a verdade

Por fim, é o Espírito Santo quem dirige a Igreja de Cristo. Não são as luzes da razão nem os cargos humanos, mas a unção do Espírito que nos ensina todas as coisas.

“Mas, quando vier aquele Espírito de verdade, ele vos guiará em toda a verdade… Ele me glorificará, porque há de receber do que é meu, e vo-lo há de anunciar.” (João 16:13-14)

Se temos o Espírito, temos tudo. Toda sabedoria útil deve ser recebida com gratidão, mas submetida ao Espírito Santo e jamais colocada acima da Palavra.

Conclusão

O povo de Deus precisa de conselhos, informações, boas orientações. Mas acima de tudo, precisa da Palavra viva de Deus. Essa Palavra não pode ser diminuída, substituída ou abafada.

A igreja glorifica a Cristo quando guarda a sã doutrina, honra as autoridades com equilíbrio, e dá ao Espírito Santo liberdade para agir. A geração atual precisa desesperadamente de pregadores fiéis — homens e mulheres cheios da Palavra e do Espírito, que não se vendem por aplausos nem se curvam à vaidade dos discursos humanos.

O tempo é chegado. As escolhas estão diante de nós.

Doutores ou Doutrina?

Que Deus nos dê graça para escolher corretamente — e permanecer firmes naquilo que dEle recebemos desde o princípio.

“Conjuro-te, pois, diante de Deus e do Senhor Jesus Cristo… prega a palavra, insta a tempo e fora de tempo, redargue, repreende, exorta, com toda longanimidade e doutrina.” (2 Timóteo 4:1-2)

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Os reis se curvam diante de Deus https://umasbrac.com.br/os-reis-se-curvam-diante-de-deus/ https://umasbrac.com.br/os-reis-se-curvam-diante-de-deus/#respond Tue, 08 Jul 2025 14:47:15 +0000 https://umasbrac.com.br/?p=112 O dia em que Alexandre, o Grande, reconheceu o Deus de Israel — um testemunho da soberania divina

“Para que saibam todos os moradores da terra que o Altíssimo tem domínio sobre o reino dos homens, e o dá a quem quer.” – Daniel 4:17

No auge do poder humano, quando impérios se erguiam e reis se proclamavam invencíveis, Deus sempre demonstrou que Sua soberania jamais foi ameaçada. E há um episódio singular na história que confirma isso de maneira impactante: o encontro entre Alexandre, o Grande, e o sumo sacerdote de Jerusalém.

Segundo o relato preservado por Flávio Josefo, no livro Antiguidades Judaicas, durante sua campanha militar que devastava o império persa, Alexandre marchava em direção ao Egito. Depois de conquistar Tiro e Gaza, ele se aproximou da Judeia, onde residia um povo que servia a um Deus invisível, mas onipotente. À frente desse povo estava o sumo sacerdote Jadua, homem de oração e fidelidade.

Jadua havia feito um juramento de lealdade ao rei Dario, da Pérsia. E agora, com Alexandre se aproximando, ele enfrentava um dilema: sua fidelidade ao passado poderia custar-lhe o futuro. O sacerdote, porém, não apelou para estratégias políticas nem alianças humanas. Buscou ao Senhor — e o Senhor lhe respondeu.

Deus aparece em sonho

Na noite anterior à chegada de Alexandre, Deus apareceu em sonho a Jadua, orientando-o a sair ao encontro do conquistador com fé. O povo deveria se vestir de branco, e o sacerdote, com suas vestes sagradas, incluindo o peitoral com as doze pedras e o Nome de Deus sobre a mitra. Obedecendo à visão, a procissão saiu dos muros de Jerusalém em reverência, e não em medo.

Quando Alexandre viu aquela cena, algo sobrenatural aconteceu. Ele desceu de seu cavalo e se curvou diante do sacerdote.

Seus generais ficaram confusos. Parmenion, o mais próximo, questionou o gesto: “Por que te prostras diante deste homem?” Alexandre respondeu: “Antes de minha campanha na Ásia, sonhei com um homem exatamente assim, que me prometia vitória em nome do Deus dos céus. Agora sei que este é o Deus verdadeiro, e este é Seu servo.”

Ali, diante do povo de Deus, o maior conquistador de seu tempo reconheceu o Deus de Israel.

O poder que dirige os impérios

Conduzido ao Templo, Alexandre recebeu honras. Os sacerdotes lhe mostraram as palavras do profeta Daniel — possivelmente Daniel 8:21 — que falavam de um “rei da Grécia” que destruiria o império medo-persa. Ao ler essa profecia, Alexandre reconheceu-se nela. Não como um herói, mas como um instrumento da vontade divina.

Ele então ofereceu sacrifícios a Deus e, num gesto de respeito, concedeu liberdade religiosa aos judeus, isentou-os de tributos nos anos sabáticos e permitiu que alguns servissem em seu exército sem violar suas convicções. Enquanto o mundo via um conquistador, Deus via apenas um servo temporário em Seu plano eterno.

Lições para os homens de Deus

Este não é apenas um relato histórico. É uma demonstração de que Deus fala, orienta, protege e manifesta Seu poder — mesmo nas arenas políticas e militares. E mais: revela o quanto a fidelidade, a oração e a obediência de um homem consagrado podem ser usadas por Deus para confrontar e até inclinar os corações dos poderosos.

Na UMASBRAC, somos chamados a esse mesmo padrão: homens que se mantêm de pé diante dos homens porque andam de joelhos diante de Deus. Homens que não negociam sua fé, que não se escondem em tempos difíceis, mas que ouvem a voz do Espírito e obedecem com temor e ousadia.

Alexandre tinha o mundo aos seus pés, mas se curvou diante do servo do Deus Altíssimo. Que jamais esqueçamos: o mesmo Deus ainda está entronizado. E os seus homens, mesmo que pareçam pequenos diante dos reis da terra, são instrumentos de vitória, avivamento e livramento para esta geração.

> Nota histórica:

O episódio descrito neste artigo é preservado pelo historiador judeu Flávio Josefo, no livro Antiguidades Judaicas, Livro XI, capítulo 8. Josefo relata que Alexandre, o Grande, teria se curvado diante do sumo sacerdote de Jerusalém, reconhecendo-o como o homem que lhe aparecera em sonho antes de suas campanhas na Ásia. Ali, Alexandre conheceu a profecia de Daniel e reconheceu a mão do Deus de Israel em seu caminho.

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A rota certa: O guia definitivo para o homem de Deus  https://umasbrac.com.br/a-rota-certa-o-guia-definitivo-para-o-homem-de-deus/ https://umasbrac.com.br/a-rota-certa-o-guia-definitivo-para-o-homem-de-deus/#respond Mon, 07 Jul 2025 17:38:35 +0000 https://umasbrac.com.br/?p=88 Introdução

Desde que o mundo é mundo, o homem sempre procurou formas de se localizar e se orientar. Seja no mar, no deserto ou na vida, encontrar a direção certa é fundamental para sobreviver, conquistar e avançar. Ao longo da história, navegadores usaram o Sol, as estrelas, os ventos e marcos naturais. Mais tarde vieram as bússolas, os mapas e as tecnologias modernas como o GPS, que prometem nos guiar por cada curva.

Hoje, o homem moderno também recorre a muitos meios para se orientar na vida: inteligência, experiência, conselhos de amigos, instinto e até a famosa “intuição masculina”. E, verdade seja dita — muitas dessas ferramentas são úteis e já evitaram muitas quedas.

Mas há momentos em que tudo isso falha. A bússola quebra, as nuvens escondem as estrelas, o GPS sai do ar, a experiência não basta, e o instinto se confunde. É nesse ponto que a lógica humana encontra seu limite. E é aí que o verdadeiro homem de Deus faz a diferença: ele se volta para a Palavra de Deus e se deixa conduzir pelo vento do Espírito Santo. Mas como essa direção se manifesta em nosso dia a dia?

Os Meios Humanos de Orientação e Suas Limitações

Os homens sempre foram reconhecidos pela capacidade de encontrar soluções. Quando o caminho parece incerto, rapidamente buscamos alternativas:

  • Lemos as circunstâncias.
  • Contamos com a experiência de quem já passou por aquilo.
  • Analisamos as opções com lógica e astúcia.
  • E quando tudo mais falha, confiamos no famoso “sexto sentido masculino”.

Esses métodos já foram responsáveis por grandes feitos. No entanto, todos eles têm um limite. As circunstâncias mudam. Os conselhos humanos são falhos. A experiência de ontem pode não servir para o desafio de amanhã. E o instinto, por vezes, erra.

Na Bíblia, Atos 27 registra isso com clareza. Paulo e os marinheiros enfrentaram uma tempestade tão intensa que não se viam mais Sol nem estrelas por vários dias:

“E, não aparecendo havia já muitos dias nem Sol nem estrelas, e caindo sobre nós uma grande tempestade, dissipou-se afinal toda a esperança de nos salvarmos.” (Atos 27:20)

Todo recurso natural e humano se esgotou. E então, a única direção possível veio de Deus.

A Palavra de Deus: A Bússola que Nunca Falha

Se há um recurso que nunca perde a validade, que não se deixa influenciar por circunstâncias, modismos ou emoções, é a Palavra de Deus.

O salmista declarou:

“Lâmpada para os meus pés é a tua palavra, e luz para o meu caminho.” (Salmos 119:105)

Enquanto o mundo oferece várias rotas, a Palavra aponta um caminho seguro, reto e eterno. Ela não depende do tempo, do clima, de opiniões ou das conjunturas sociais. O homem que se orienta pela Palavra de Deus não fica à deriva. Mas essa bússola precisa de um sopro, de um impulso que a faça viva e atual em cada momento. E é aí que entra o Espírito Santo.

O Vento do Espírito: Direção Viva e Atual

Deus não nos deixou apenas com o mapa (a Palavra). Ele também enviou o Espírito Santo, que é como o vento que sopra e nos conduz, ajustando o rumo, confortando o coração e renovando a esperança.

Jesus explicou:

“O vento sopra onde quer, ouves a sua voz, mas não sabes de onde vem, nem para onde vai; assim é todo aquele que é nascido do Espírito.” (João 3:8)

No dia a dia, enquanto tomamos decisões e enfrentamos desafios, o vento do Espírito sopra, confirmando a direção da Palavra, alertando sobre os perigos, e impulsionando o homem de Deus a prosseguir com coragem. O Espírito não sopra ao acaso; Ele age de acordo com a vontade do Pai e a verdade das Escrituras.

Quando Tudo Falha, a Palavra e o Espírito Permanecem

Assim como Paulo no naufrágio, há momentos em que os recursos humanos falham, e as soluções parecem inexistentes. Mas a Palavra de Deus nunca perde sua validade:

“Passará o céu e a terra, mas as minhas palavras não hão de passar.” (Mateus 24:35)

Ela orienta no escuro, consola na dor, anima no desânimo e adverte no erro. E quando a confusão nos paralisa, o vento do Espírito sopra, lembrando-nos das promessas de Deus, reacendendo a esperança e fortalecendo a fé.

Enquanto os navegantes antigos buscavam o Cruzeiro do Sul ou se guiavam por ventos e instintos, nós buscamos as Escrituras e nos deixamos guiar pelo sopro do Espírito para reencontrar o propósito e a rota certa. Nada se compara à segurança e firmeza da direção que a Palavra de Deus oferece, e ao consolo e impulso que o Espírito Santo traz ao coração fiel.

Conclusão: A Direção Inabalável do Homem de Deus

Meus irmãos, se hoje vocês se sentem perdidos, se as “estrelas” da experiência humana se apagaram ou se a “intuição” falhou, lembrem-se: vocês não estão sozinhos e não precisam ficar à deriva. A verdadeira direção está sempre disponível.

Abra a Palavra de Deus. Deixe-a ser a sua bússola inabalável. E, acima de tudo, permita que o Espírito Santo sopre sobre sua vida, confirmando cada passo e impulsionando-o com coragem. Ele é o GPS divino que o guiará pelas veredas da justiça, alertando sobre os perigos e garantindo que você chegue ao seu destino celestial.

Como nos lembra o profeta Jeremias:

“Assim diz o Senhor: Ponde-vos nos caminhos, e vede, e perguntai pelas veredas antigas, qual é o bom caminho, e andai por ele; e achareis descanso para as vossas almas.” (Jeremias 6:16)

Que a cada novo dia, cada homem de Deus possa buscar na Palavra a direção que não se altera e se deixar guiar pelo sopr

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